segunda-feira, 24 de maio de 2010

Uma amizade descrita em um filme!

   Se parássemos para pensar, nossa amizade daria um filme.
  O início desse filme se dá quando passamos um pelo outro no corredor da escola, e nem nos conhecermos! Nesse exato momento, você estaria pensando coisas sobre mim e eu sobre você. Coisas que às vezes não fazem sentido algum, mas que podem ser importantes no futuro.
  Por que na hora em que cruzamos no corredor, não pensamos em construir uma grande amizade? Será que é porque temos vergonha? Não! Porque nós analisamos aparência, e não como a pessoa pode ser psicologicamente.
   Diria agora que esse filme estaria entrando na parte 2, onde você deixa algo cair ou tromba em mim, e olhamos um para o outro e dizemos algumas palavras que podemos mostrar o quanto somos legais, amigáveis e educados.
   Parte 3, por algum motivo você se muda para minha sala e bem ao meu lado, a única carteira vazia! Você se assenta lá, e eu lhe reconheço como a pessoa que deixou algo cair ou que me deu uma trombadinha!
   Nesse momento, você me transmite sentimentos de tristeza por ter mudado de sala e não estar perto dos velhos e grandes amigos e,eu tenho como missão a partir de agora, lhe mostrar que a vida é feita sempre de coisas novas.
   Parte 4, por dificuldades na matéria, lhe peço uma ajuda. Você, por educação, me explica com detalhes onde tive dificuldades. Pronto, você é a minha mais nova amizade! A partir daí, você me conta coisas engraçadas, tristes, assuntos pessoais, sem mesmo perceber.
   Parte final, uma grande amizade construída por pequenos detalhes, que agora terá uma nova etapa: infelizmente vamos nos separar, mas nunca terminar. Este filme tem a parte final, pois “ele” tem de acabar, mas a amizade não.
   Essa, é pra sempre.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O sentimento de uma criança


  Dizem as pessoas, que as crianças têm o sentimento mais puro e verdadeiro. Dizem que as crianças são sinceras. Quando as crianças amam, elas amam de verdade. Quando elas não gostam, não querem nem saber, simplesmente não gostam. O que acontece é que essas crianças não têm maldade naquilo que dizem, não têm maturidade para saberem o tamanho da consequência de certos atos.
 Quando a criança chora, ela demonstra uma tristeza por alguma coisa. Nenhuma criança força um choro, nenhuma criança força um sorriso. Se chora, ta triste. Se ri, ta alegre. A criança não é artista, a criança simplesmente é sincera naquilo que diz e naquilo que faz.
  E assim, concluo que sou uma eterna criança!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Por que?

  Temos uma fase, quando criança, que tudo perguntamos: "por que?".   Aí, vamos nos tornando adultos e parece que essa fase acaba. Acaba?
  Eu ainda me pergunto o "por que" de muitas coisas. Como por exemplo: "Por que sentimos coisas que nem sabemos explicar?", "Por que somos tão injustos com as pessoas?", "Por que a gente nunca tá satisfeito com o que tem?", e por aí vai. O "por que" nunca acaba, e o pior, nunca sabemos explicar o "por que" disso ou daquilo. E agora eu pergunto: "Por que?". Será que se soubéssemos explicar o "por que" de tudo, tudo seria melhor e mais fácil ou não?

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Uma falta chamada: Amor


  Nunca parei para pensar o quanto faz falta um amor. Agora, penso! Nessas férias você vê o quanto seus amigos estão felizes com seus respectivos relacionamentos, e você, sozinho! Saio com eles  todos os dias e vejo o sofrimento de cada um, a alegria de cada um, o nervosismo de cada um, por causa do amor. Deu-me uma vontade de poder sentir isso por alguém. Eu queria poder esperar a ligação de uma pessoa amada, de poder chegar em casa e entrar no MSN e vê-la on-line me esperando. Deu-me vontade de passar por diversas situações provocadas por apenas um sentimento, o amor. E acabo de perceber como a falta dele provoca o desespero, não?   Muita gente desesperada para encontrar um alguém, e não sabe o quanto isso pode ser melhor ou pior pra própria vida. Muita gente acha que o amor só traz a felicidade, o carinho e todos os bons sentimentos. Negativo. Traz sofrimento, traz tristeza, desanimo.    Mas aí eu pergunto, não é bom amar e ser amado? E eu mesmo respondo, é sim. É tão gostoso sorrir ou chorar por alguém, é tão gostoso ter paciência ou raiva por alguém, é tão apaixonante gostar de alguém. É tão amável ouvir um “Te amo” de alguém. Se você gosta de estar solteiro, aproveite enquanto é, um dia você vai encontrar um amor. Você que adora amar e ser amado aproveite enquanto tem alguém pra isso, um dia você pode ficar sozinho novamente. Eu gosto de amar e de ser amado, mas não sei aproveitar esse momento. Por isso, lhes escrevo esse texto,   APROVEITEM o que mais gostam de fazer, estando sozinho ou amando alguém! Não faça perder o seu melhor momento, pois “a vida é curta, pra quê desperdiçar?”. Vou terminar esse texto com amor. O importante, antes de amar alguém, é amar a si próprio. Por hoje, é só!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Um desabafo pela falta do pai


  Hoje percebi em outro coração, como um pai faz falta na vida de um filho. Minha irmã de apenas 4 anos, chora. Chora como se tivesse perdido algum brinquedo ou acordado assustada de um pesadelo. As lágrimas saiam de seu olho e se encontravam em grande quantidade em seu queixo. Cheguei perto para saber o que se passava e perguntei: "Por que está chorando?", sua voz não saía. Quem me respondeu, foi a pessoa que mais amamos em comum: a Mãe. Ela disse em voz calma e baixa: "Sentindo falta do pai.".   Aquilo pra mim foi uma prova concreta de que um pai é de muita importância para um filho.E parei pra pensar: também sinto falta do meu. E acabei me lembrando de um fato que aconteceu quando eu era um pouco mais novo. Dormia eu e minha mãe na mesma cama e de repente comecei a sentir falta do meu pai. Fiquei lembrando os bons momentos que passamos juntos, que brincamos juntos, que sofremos juntos e a partir daí, meu rosto se encheu de lágrimas.    Era a falta dele, do meu pai. Hoje minha irmã chorou a falta do pai dela. A única diferença é que ela vai vê-lo novamente em breve, e eu, não sei quando vou ver o meu pai. Você deve estar imaginando que o meu pai morreu, não.  Ele é apenas um pouco ausente dos meus atos, das minhas experiências de vida e assim por diante. E por hoje, é só.