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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

De mala e cuia



Se foi do mesmo jeito que chegou: de repente. A chegada uma surpresa, eu não sabia que viria. Na estadia, a certeza do que já previa. Os anjos não se batiam, se acariciavam.
Apertos de mão, troca de olhares, palavras soltas, motivação e gargalhadas marcaram. A cada batida de palma, um susto. Mais do que isso, uma mensagem: “acorda, vai ser feliz”.
Os 30 dias de presença não passaram, correram. As horas passeavam a metrô, os dias viajavam a trem bala. Cada minuto se tornava essencial, era momento de aproveitar. O tic-tac do relógio de ponteiro e o apito, avisando hora certa do relógio digital, mandavam a mensagem do passar de tempo. Era momento de aproveitar e memorizar cada momento.
Em meio a tanto desespero e avisos, promessas foram feitas. Dentre elas, a mais importante: “vamos ser para sempre”. O tempo estava acabando, o dia chegando. O calendário informava o dia, a mente captava a mensagem e a cabeça pirava. Os segundos se tornaram significativos. Era momento de aproveitar, memorizar e adorar cada momento.
O dia chegou. A ida foi necessária. Os sorrisos foram acompanhados de lágrimas. O brilho nos olhos me avisava que era hora de “shine forever”. A batida no coração me mostrava que cada momento foi suficiente para jamais esquecer um só minuto.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A sua palavra com verdade

   Nunca precisei tanto saber o que a pessoa do outro lado está sentindo. Eu quero tanto ouvir o que tem para me dizer, mesmo que não seja o que eu gostaria de ouvir. Eu não vou deixar de fazer nada por isso, apenas preciso saber. Pode me contar através de um poema, de uma música, de uma mensagem de texto ou qualquer meio de comunicação, só não me deixe tentar desvendar seus pensamentos e apenas descobrir o que eu queria ouvir e correr-me o risco de iludir.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O sentimento de uma criança


  Dizem as pessoas, que as crianças têm o sentimento mais puro e verdadeiro. Dizem que as crianças são sinceras. Quando as crianças amam, elas amam de verdade. Quando elas não gostam, não querem nem saber, simplesmente não gostam. O que acontece é que essas crianças não têm maldade naquilo que dizem, não têm maturidade para saberem o tamanho da consequência de certos atos.
 Quando a criança chora, ela demonstra uma tristeza por alguma coisa. Nenhuma criança força um choro, nenhuma criança força um sorriso. Se chora, ta triste. Se ri, ta alegre. A criança não é artista, a criança simplesmente é sincera naquilo que diz e naquilo que faz.
  E assim, concluo que sou uma eterna criança!